Marca da Justiça do Trabalho da 4ª Região, composta por traços que formam, simultaneamente, as letras J e T entrelaçadas, e a representação de uma pessoa. A cor predominante é o azul escuro, mas também há detalhes em amarelo e verde nas letras J e T. Abaixo desse símbolo, vem o nome "Justiça do Trabalho" e, em letra menor, a identificação "TRT da 4ª Região (RS)" Selo Diamante no Prêmio CNJ de Qualidade 2025
Publicada em: 13/06/2016 00:00. Atualizada em: 13/06/2016 00:00.

Ações na Maratona de Porto Alegre e no Parque da Redenção lembram o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil

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O Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil (12 de junho) foi lembrado com duas grandes ações neste domingo gelado na capital gaúcha.

Acesse as fotos da ação na 33ª Maratona de Porto Alegre e das atividades no Parque da Redenção.

As atividades começaram cedo, na tradicional Maratona Internacional de Porto Alegre, cuja primeira largada ocorreu às 6h45, na Avenida Augusto de Carvalho. A Justiça do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho tiveram um espaço no evento, onde foram distribuídos cataventos, gibis sobre trabalho infantil (edição especial da Turma da Mônica e revistas “MPT em Quadrinhos”), doces e panfleto informativo sobre o tema. O catavento de cinco pontas, que é o ícone da campanha nacional e mundial contra o trabalho infantil por simbolizar o lúdico e a alegria que devem estar presentes na infância e na adolescência, fez grande sucesso entre a criançada. A cada entrega de material, magistrados, servidores e procuradores explicavam aos pais e às crianças o motivo da campanha na maratona. O estande foi muito visitado. Além disso, todos os 7,5 mil corredores da maratona também receberam, em seus kits de prova, o panfleto informativo e um adesivo com a mensagem “Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil – Eu também corro por esta causa”. Alguns atletas disputaram as provas com o adesivo colado na camiseta. Assessorias esportivas também exibiram o banner da campanha em suas tendas. Sem dúvida, a coincidência das datas e a parceria com o Corpa (Clube dos Corredores de Porto Alegre), organizador da maratona, acabaram proporcionando uma excelente oportunidade para promover a importância do combate a este grave problema social que ainda persiste no Brasil e no Rio Grande do Sul.

Terminada a Maratona de Porto Alegre, a campanha contra o trabalho infantil voltou-se para o Parque da Redenção. Ao lado do Monumento ao Expedicionário, um espaço foi organizado para divulgar a mensagem do dia 12 de junho por meio de atividades artísticas e culturais, a maioria delas protagonizadas por crianças e adolescentes vinculadas a ONGs. Nessa ação, juntaram-se à Justiça do Trabalho e ao MPT a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), o Fórum Gaúcho de Aprendizagem Profissional (Fogap), o Fórum de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fepeti), os Centros de Referência Regionais em Saúde do Trabalhador (CERESTs), o Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (DECA), a Federação Espírita do Rio Grande do Sul, o Instituto Proteger e a ONG Cataventus. A união de todas essas entidades que trabalham em prol da criança e do jovem resultou em um belo evento, que atraiu a atenção daqueles que frequentavam o Parque. Entre 11h e 15h, apresentaram-se:

 

  • Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul
  • Grupo teatral “Os Impagáveis”, formado por servidores do TRT-RS, participantes da Oficina de Improvisação Teatral
  • Coral da ONG Sol Maior
  • Grupo de dança da ONG Sol Maior
  • Orquestra da ONG Sol Maior
  • Grupo de Percussão do Centro Social Marista Irmão Antônio Bortolini
  • Contação de história, feita pela ONG Cataventus
  • Quarteto Palhaçada, formado por jovens aprendizes do Polo Marista da Ilha da Pintada
  • Grupo de Teatro do Centro Social Marista de Porto Alegre (CESMAR)
  • Grupo de flautas da Pequena Casa da Criança

 

O material gráfico e as duas tendas contratadas pela Justiça e o Ministério Público do Trabalho para os eventos na maratona e na Redenção foram custeados com a verba de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado entre o MPT e o Órgão de Gestão de Mão de Obra do Trabalho Portuário Avulso do Porto Organizado do Rio Grande (OGMO). Os cataventos e os doces distribuídos nas ações foram fornecidos pela Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 4ª Região (Amatra IV).

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