Marca da Justiça do Trabalho da 4ª Região, composta por traços que formam, simultaneamente, as letras J e T entrelaçadas, e a representação de uma pessoa. A cor predominante é o azul escuro, mas também há detalhes em amarelo e verde nas letras J e T. Abaixo desse símbolo, vem o nome "Justiça do Trabalho" e, em letra menor, a identificação "TRT da 4ª Região (RS)" Selo Diamante no Prêmio CNJ de Qualidade 2025
Publicada em: 08/10/2026 12:06. Atualizada em: 08/10/2026 12:06.

Outubro Rosa: TRT-RS e Foro Trabalhista de Porto Alegre iluminam fachadas em prol da prevenção do câncer de mama

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Fachada do TRT-RS iluminada de rosa
Prédio-Sede do TRT-RS

O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e o Foro Trabalhista de Porto Alegre estão com as fachadas iluminadas em tons de rosa nesta semana. A inicativa é alusiva à campanha Outubro Rosa, de prevenção ao câncer de mama. A iluminação especial vai até o dia 13.

No Brasil, o câncer de mama permanece como a neoplasia maligna mais incidente entre as mulheres, excetuando-se os casos de pele não melanoma. Segundo estimativas oficiais do Instituto Nacional de Câncer (INCA), são previstos cerca de 78,6 mil novos diagnósticos anuais da doença no país. Embora o risco seja maior após os 50 anos, especialistas apontam para uma proporção considerável de casos em mulheres mais jovens, com menos de 50 anos. O diagnóstico precoce continua sendo o principal aliado na redução da mortalidade, elevando as chances de cura para até 95% quando a lesão é identificada em estágios iniciais.

Foro Trabalhista de POA iluminados em tom de rosa
Foro Trabalhista de Porto Alegre

As ações de controle baseiam-se na prevenção primária e no rastreamento adequado. Cerca de 30% dos casos podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis, como a prática regular de atividades físicas, alimentação equilibrada, manutenção do peso corporal e redução do consumo de álcool.

Para a detecção precoce, a diretriz do Ministério da Saúde orienta a realização da mamografia a cada dois anos para a faixa etária de 50 a 69 anos. No entanto, entidades como a Sociedade Brasileira de Mastologia recomendam o exame anualmente a partir dos 40 anos. Além disso, a conscientização do próprio corpo é fundamental para que qualquer alteração atípica seja investigada prontamente por um médico.

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Fonte: Secom/TRT4
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