Marca da Justiça do Trabalho da 4ª Região, composta por traços que formam, simultaneamente, as letras J e T entrelaçadas, e a representação de uma pessoa. A cor predominante é o azul escuro, mas também há detalhes em amarelo e verde nas letras J e T. Abaixo desse símbolo, vem o nome "Justiça do Trabalho" e, em letra menor, a identificação "TRT da 4ª Região (RS)" Selo Diamante no Prêmio CNJ de Qualidade 2025
Publicada em: 07/08/2026 14:00. Atualizada em: 07/08/2026 14:00.

Música para os olhos: exposição no TRT-RS retrata músicos envolvidos em seus espetáculos de rua

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Imagem de Dagmar Ranck em pé falando ao microfone. Ela é uma mulher de meia idade, com pele clara e cabelos brancos curtos, usa óculos. Veste um pala bege e calças escuras.
Dagmar Ranck

O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) inaugurou, na quarta-feira (5/8), a exposição “Luz e Cor: espectros musicais", da artista Dagmar Ranck, servidora aposentada da instituição.

As obras estão expostas na Galeria Lenir Heinen, no Foro Trabalhista de Porto Alegre até 25 de agosto. A mostra é aberta ao público, com horário de visitação das 10h às 16h.

Organizada pelo Memorial do TRT-RS, a exposição busca fortalecer a aproximação da Justiça do Trabalho com a sociedade, por meio de atividades culturais nas dependências do Tribunal.

Imagem de Ricardo Hädrich e Rodrigo Hädrich. Ricardo está de pé tocando saxofone, ele é um homem de meia idade de pele clara, tem a cabeça raspada. Rodrigo está tocando violão sentado. Ele é um homem jovem, aparenta ter 30 anos, tem cabelos e barba castanhos, usa uma camiseta verde musgo.
Ricardo e Rodrigo Hädrich

Na cerimônia de inauguração, a desembargadora Carmen Izabel Centena Gonzalez fez um breve pronunciamento pelo TRT-RS, destacando o trabalho artístico de Dagmar. Seguiu-se a fala da artista, que prestou agradecimentos aos presentes. O momento também contou com o violão de Rodrigo Hädrich e o saxofone de Ricardo Hädrich.

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“Luz e Cor” e a artista

A exposição é composta por 13 obras feitas com tinta a óleo sobre telas. As pinturas refletem a visão da artista sobre apresentações musicais, em ruas e palcos. Mostram cenas e movimentos de músicos e seus instrumentos. As representações reúnem diversos gêneros musicais e marcas culturais, como o fado e o Olodum.

Imagem de uma mulher em pé observando os quadros. A mulher está de costas. Ela aparenta ter mais de 60 anos, tem cabelos brancos curtos e veste um conjunto de saia e terninho preto com bordados coloridos.

Os quadros são formados por camadas de tinta a óleo, aplicadas com espátula, em um processo de secagem e sobreposição que demora cerca de cinco meses. Cada criação surge a partir de fotografias, próprias e de amigos.

No texto de curadoria, Frederico Lisboa diz que a artista convida o público a reparar mudanças sutis de luz e sombra promovidas pelo cruzamento da pintura e aspectos desse encontro musical, como: ritmo, dedilhados, cantos e encantos.

Servidora aposentada do TRT-RS, Dagmar Ranck dedicou as últimas duas décadas à pintura a óleo sobre tela, espatulada, figurativa, impressionista, na procura da iluminação cênica, da luz, da sombra e do contraste da cor. Atualmente participa do Urban Skatchers Porto Alegre, movimento internacional de grupos que se reúnem para pintar paisagens urbanas. Também participou de diversas exposições coletivas e individuais.

Imagem do público reunido durante a cerimônia de inauguração.
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Fonte: Laura Barbosa (Secom/TRT-RS)
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