Série de vídeos incentiva a responsabilidade compartilhada de homens e mulheres na tarefa de cuidado
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou a série de vídeos "Precisamos Falar de Cuidados". A iniciativa integra as ações do conselho para subsidiar a construção da Política de Cuidados no Poder Judiciário.Abre em nova aba
Lançado em maio deste ano,Abre em nova aba em Brasília, o projeto conta com a direção da documentarista Paula Sacchetta e apresenta depoimentos colhidos em 17 tribunais brasileiros entre o final de 2025 e o início de 2026.
Relatos e formato
A série é composta por um curta-metragem de 22 minutos e 10 vídeos curtos (pílulas) com duração de cerca de um minuto e meio cada. O material reúne vivências de magistrados(as), servidores(as) e usuários(as) da Justiça, abordando como as tarefas de cuidado impactam a vida cotidiana e as relações institucionais.
O cuidado como direito humano
O objetivo central é sensibilizar o público para o fato de que o cuidado é um direito humano e uma responsabilidade que deve ser compartilhada por toda a sociedade, e não apenas pelas mulheres, sobre as quais recai historicamente a maior carga de trabalho.
Entre os temas explorados nas pílulas de vídeo estão:
- O trabalho invisível que sustenta a sociedade.
- A sobrecarga feminina nas tarefas de cuidado.
- Os desafios da maternidade atípica.
- O direito ao autocuidado e à valorização da vida.
Disponibilidade
Todo o conteúdo está organizado em uma playlist acessível pelo canal do CNJ no YouTube. Clique para assistir aos vídeos:
- Playlist completa – Precisamos falar de cuidados Curta-metragem Abre em nova aba
- O trabalho invisível que sustenta a sociedadeAbre em nova aba
- Por que o trabalho de cuidado ainda sobrecarrega as mulheres?Abre em nova aba
- Cuidado é um direitoAbre em nova aba
- O direito de cuidar e receber cuidadoAbre em nova aba
- Valorizar o cuidado é valorizar a vidaAbre em nova aba
- Além do amorAbre em nova aba
- A autocobrançaAbre em nova aba
- Qual é o valor do trabalho de cuidado?Abre em nova aba
- Desafios da maternidade atípicaAbre em nova aba
- O direito ao autocuidado Abre em nova aba

