Marca da Justiça do Trabalho da 4ª Região, composta por traços que formam, simultaneamente, as letras J e T entrelaçadas, e a representação de uma pessoa. A cor predominante é o azul escuro, mas também há detalhes em amarelo e verde nas letras J e T. Abaixo desse símbolo, vem o nome "Justiça do Trabalho" e, em letra menor, a identificação "TRT da 4ª Região (RS)" Selo Diamante no Prêmio CNJ de Qualidade 2025
Imagem com o número 100 junto ao símbolo do sistema PJe
Publicada em: 06/04/2020 21:25. Atualizada em: 07/04/2020 10:56.

Acordo com empresas de calçados de Sapiranga e Nova Hartz busca evitar aglomerações na entrada e saída dos trabalhadores

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decisaocalcadistassite - 1.jpgUma mediação por videoconferência realizada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 4ª (TRT-RS), nesta segunda-feira (6/4), celebrou um acordo entre quatro empresas do setor calçadista e o Sindicato dos Sapateiros de Sapiranga e Região. Os representantes das empresas e dos trabalhadores entraram em consenso sobre a adoção de medidas de prevenção ao coronavírus relacionadas ao registro de ponto. O objetivo das iniciativas é evitar aglomerações nos momentos de entrada e saída do trabalho.

Conforme os termos do acordo, será permitido o alongamento do tempo de registro de ponto na entrada dos turnos, para diluir os horários de entrada dos empregados. Também haverá liberação da marcação de ponto na saída dos turnos, exceto para trabalhadores que saiam antes do final do expediente ou façam horas extras. Essas providências deverão ser mantidas enquanto durar a situação de pandemia. Uma próxima audiência de mediação foi agendada para o dia 28 de abril, às 10 horas, para reavaliar a situação.

A mediação foi conduzida pelo vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS), desembargador Francisco Rossal de Araújo, com a participação de representantes das empresas Calçados Ramarim, Calçados Marte, Calçados Sandra e Plastinova Indústria de Injetados, e do sindicato dos sapateiros, que atua nos municípios de Sapiranga, Araricá e Nova Hartz. O Ministério Público do Trabalho foi representado pelo procurador regional Paulo Eduardo Pinto de Queiroz. 

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Fonte: texto de Guilherme Villa Verde (Secom/TRT-RS), foto de K Neville (Banco de Imagens/iStock)
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