Marca da Justiça do Trabalho da 4ª Região, composta por traços que formam, simultaneamente, as letras J e T entrelaçadas, e a representação de uma pessoa. A cor predominante é o azul escuro, mas também há detalhes em amarelo e verde nas letras J e T. Abaixo desse símbolo, vem o nome "Justiça do Trabalho" e, em letra menor, a identificação "TRT da 4ª Região (RS)" Selo Diamante no Prêmio CNJ de Qualidade 2025
Imagem com o número 100 junto ao símbolo do sistema PJe
Publicada em: 29/05/2026 11:54. Atualizada em: 29/05/2026 11:59.

TRT-RS presente em encontro do Conselho Nacional das Instituições de Mediação e Arbitragem (Conima)

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A fotografia mostra o presidente do TRT-RS, desembargador Alexandre, à mesa de abertura, discursando.
A fotografia mostra a mesa de abertura, a distância, todos sentados.
A fotografia mostra o presidente Alexandre, a desembargadora Luciane e o juiz Fabrício posando, lado a lado, em frente ao painel de divulgação do evento.
Desembargador Alexandre Cruz, desembargadora Luciane Barzotto e o juiz Fabrício Luckmann.
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O presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS), desembargador Alexandre Corrêa da Cruz, participou da mesa de abertura do XVII Encontro Nacional do Conselho Nacional das Instituições de Mediação e Arbitragem (Conima), nesta sexta-feira (29), no Auditório OAB Cubo, em Porto Alegre.

Com a presença de palestrantes de diversas áreas do Direito, o encontro debate a temática: “IA na Mediação e Arbitragem: Desafios e Oportunidades”.

Estiveram também presentes, pelo TRT-RS, a coordenadora do Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas do 2º Grau (Cejusc-JT de 2º Grau), desembargadora Luciane Barzotto, e o coordenador do Cejusc-JT de 1º grau, juiz Fabrício Luckmann.

O presidente Alexandre, em sua fala, destacou a importância da mediação e da arbitragem, ressaltando que a conciliação, tanto coletiva quanto individual, está no DNA da Justiça do Trabalho. O desembargador também abordou o avanço da inteligência artificial e a relevância do debate sobre o tema, inclusive no âmbito jurídico: “A inteligência artificial traz grande impacto. Nos últimos três anos, isso tem se mostrado evidente, e é um desafio para nós tentarmos conciliar a inovação tecnológica, a segurança jurídica, a ética e o acesso efetivo à justiça”.

Por sua vez, o presidente do Conima, Joaquim Paiva Muniz, manifestou que Porto Alegre é um centro de inovação. Ele falou sobre os limites éticos do uso de ferramentas de inteligência artificial. Frisou que, independente do uso da tecnologia, sempre haverá um ser humano por trás das máquinas, programando ou dando ordens.

Após declarados abertos os trabalhos, teve início o painel que abordou o tema central do encontro, “IA na Mediação e Arbitragem: Desafios e Oportunidades”.

Compuseram a mesa de abertura, além do desembargador Alexandre, o presidente do Conima, Joaquim Paiva Muniz, a coordenadora do Nupemec do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, desembargadora Vanderlei Teresinha Kubiak, o presidente da Comissão de arbitragem da OAB-RS, Ricardo Ranzolin, o presidente da Comissão de Mediação da OAB-RS, Ricardo Cesar Pires Dornelles, a coordenadora do Centro de Mediação da Procuradoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul, Karina Brack, a coordenadora do Mediar, procuradora de Justiça Ivana Kist Huppes Ferrazzo, o vice-presidente da Comissão de Arbitragem e presidente do Centro de Arbitragem da OAB-RS, Lucas Gavronski, o coordenador da Câmara de Mediação e Conciliação Tributária da Secretaria Municipal da Fazenda de Porto Alegre, Pierre Zilio Marto Flores, e a presidente da Câmara de Arbitragem da Federasul, Gabriela Wallau.

O Conima é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 1997, que congrega e representa câmaras de mediação e arbitragem.

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Fonte: Gabriel Moura (Secom/TRT-RS)
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