Marca da Justiça do Trabalho da 4ª Região, composta por traços que formam, simultaneamente, as letras J e T entrelaçadas, e a representação de uma pessoa. A cor predominante é o azul escuro, mas também há detalhes em amarelo e verde nas letras J e T. Abaixo desse símbolo, vem o nome "Justiça do Trabalho" e, em letra menor, a identificação "TRT da 4ª Região (RS)" Selo Diamante no Prêmio CNJ de Qualidade 2025
Imagem com o número 100 junto ao símbolo do sistema PJe
Publicada em: 08/05/2026 12:49. Atualizada em: 08/05/2026 13:23.

TRT-RS participa de evento que reúne o STF e as Ouvidorias dos tribunais brasileiros

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A fotografia mostra o ouvidor do TRT-RS, João Paulo Lucena, de pé, segurando um microfone e dialogando com os presentes
Des. João Paulo Lucena.

O ouvidor do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS), desembargador João Paulo Lucena, participou, nessa quinta-feira (7/5), em Brasília, da quarta edição do “STF Escuta”, iniciativa da Ouvidoria do Supremo Tribunal Federal (STF). A desembargadora Tânia Regina Silva Reckziegel também esteve presente no evento, como presidente do Colégio de Ouvidorias Judiciais das Mulheres (Cojum).

Participaram da mesa de abertura o presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, bem como a juíza-ouvidora do STF, Flávia da Costa Viana, o ouvidor do CNJ, Marcello Terto, e o ouvidor do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Breno Medeiros.

A fotografia mostra a desembargadora do TRT-RS, Tania Regina Silva Reckziegel, sentada à mesa do evento
Desa. Tânia Reckziegel

O evento reuniu representantes das ouvidorias do Judiciário brasileiro com o objetivo de fomentar o diálogo entre o STF e os demais tribunais, além de possibilitar a troca de experiências e o compartilhamento de boas práticas.

Segundo o presidente do STF e do CNJ, “as Ouvidorias cumprem a missão de levar adiante uma comunicação direta e imediata com a sociedade”. O ministro Fachin afirmou, ainda, que o Judiciário precisa se aproximar da população, compreendendo as demandas sociais, e que uma escuta qualificada fortalece a transparência.

O ministro ressaltou a necessidade de coerência e maior capacidade de resposta pelas instituições, sobretudo diante da redução da confiança social.  "Saber ouvir críticas, reconhecer falhas e demonstrar que a escuta produz efeitos e consequências é fundamental", disse.

A fotografia mostra a plateia do evento, sentada, de costas, e mais ao longe a mesa de abertura, composta pelo ministro Edson Fachin

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Fonte: Gabriel Moura (Secom/TRT-RS) com informações do STF. Fotos: Rosinei Coutinho (STF)
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