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Publicada em: 19/01/2026 14:43. Atualizada em: 19/01/2026 14:44.

Desfazendo Nós - #17 - Representatividade na advocacia e na magistratura

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No mais novo episódio do videocast Desfazendo Nós, as professoras Luciane Toss e Valdete Severo seguem discutindo aspectos da representatividade feminina e de corpos feminilizados. Desta vez, considerando sua ausência nos espaços da advocacia e da magistratura.

Citando a antropóloga Rita Segato, Valdete afirma que as profissões são masculinas, uma vez que as mulheres teriam sido destituídas de seus saberes e impedidas, por logo tempo, de trabalharem em ofícios dentre os quais se inclui a medicina. Afirma ainda que, mesmo após sobrepujarem os obstáculos institucionais impostos pelas faculdades, ainda se espera das mulheres uma performance masculinizada.

Mas o acesso às faculdades não necessariamente assegura ocupação dos espaços. De acordo com Luciane Toss, as mulheres são maioria na conclusão de cursos superiores, mas ainda minoria na representatividade. A professora apresenta também o conceito de "tokenismo", em que se escolhe um representante feminino ou negro para cumprir uma cota entre uma dezena de homens brancos. Luciane afirma que este indivíduo solitário não terá força para levantar as pautas do grupo que deveria estar representado.

O videocast é uma parceria entre Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS), gravado nas dependências do Centro de Formação do Judiciário do Rio Grande do Sul (CJUD).

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Fonte: DAV/Secom/TRT-RS
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