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14/07/2021 09:42

Memorial divulga entrevista com psicóloga Jaqueline Titoni sobre formalização da relação de emprego

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Uma entrevista com a psicóloga Jaqueline Titoni aborda o caráter material e simbólico da carteira de trabalho e o papel da Justiça do Trabalho no processo de formalização da relação de emprego. O vídeo foi realizado pelo Memorial do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) para a exposição Documento é Legal, aberta em 19 de maio de 2008. A mostra enfatiza o valor dos documentos para a construção da história do Direito e da Justiça do Trabalho, em especial as carteiras profissionais e as significações que a relação formal de emprego envolvem. Revistas antigas, carteiras de trabalho desde a década de 30, processos da Junta de Conciliação e Julgamento de Montenegro da década de 60, época em que se deu a substituição da carteira profissional pela Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), foram alguns dos documentos em destaque na exposição. Assista agora:

Autora do livro "Trabalho, Poder e Sujeição: trajetórias entre o emprego, o desemprego e os 'novos' modos de trabalhar", Jaqueline possui graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1986), mestrado em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992) e doutorado em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1999). Realizou estágio de pós-doutorado no master em Psicologia Social da Universidade Autônoma de Barcelona (2005-2006) Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Fatores Humanos no Trabalho, atuando principalmente nos seguintes temas: trabalho, subjetividade, saúde mental e fotografia.

Na entrevista, ela aborda as seguintes perguntas:

  • Como você situa a questão da formalidade e informalidade nas relações do trabalho no Brasil e RS hoje?
  • Em sua pesquisa de doutorado, você mostra as trajetórias dos funcionários do pólo petroquímico em Triunfo e Camaçari, após a demissão no emprego. Alguns tornam-se autônomos, outros são subcontratados, e um terceiro segmento permanece desempregado. Como se sentem estes trabalhadores? Quais são as características destes “novos” modos de trabalhar comparativamente ao mercado formal de trabalho com carteira assinada?
  • Nos seus estudos e entrevistas tem aparecido a Justiça do Trabalho? Como a Justiça do Trabalho aparece no discurso dos trabalhadores? Que papel a Justiça do Trabalho tem na regulação das relações de trabalho e na busca de formalização do emprego?
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Fonte: Memorial, com edição pela Secom
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