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Publicada em: 04/03/2020 17:42. Atualizada em: 04/03/2020 18:22.

Após audiência na 2ª Vara do Trabalho de Pelotas, empregados da Cosulati encerram paralisação

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04 - Pelotas Site.jpgApós audiência realizada pela juíza Cacilda Ribeiro Isaacsson, da 2ª Vara do Trabalho de Pelotas, na última terça-feira (3/3), os empregados da Cooperativa Sul-Rio Grandense de Laticínios – Cosulati, no município de Capão do Leão, voltaram às atividades. Na audiência, a empresa se comprometeu a pagar, até sexta-feira (6/3), os salários da primeira quinzena de janeiro e as férias usufruídas no mesmo mês, caso os trabalhadores encerrassem a paralisação.

No mesmo dia da audiência, a empresa ajuizou uma ação de interdito proibitório, com pedido de urgência, contra o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas da Alimentação de Pelotas. Esse tipo de ação visa a garantir o pleno exercício da posse de imóveis e foi ajuizada para pôr fim a supostas obstruções no acesso aos prédios da fábrica e da sede comercial, no Centro de Pelotas. A ação noticiava que funcionários estavam sendo impedidos de entrar na fábrica e na loja e também que os portões estavam sendo fechados quando era entregue a matéria-prima. Possíveis irregularidades do movimento grevista, como a não-realização de assembleia de trabalhadores para deflagração da greve e ausência de comunicação prévia à empresa também foram alegadas.

Em diligência realizada logo após o ajuizamento da ação, o oficial de justiça constatou que não havia impedimentos para o acesso à fábrica e tampouco irregularidades no movimento, pois os trabalhadores aderiram à paralisação por livre iniciativa. O motivo desta última mobilização foi o atraso no pagamento do 13º salário de 2019 e do salário de janeiro.

Após a diligência do oficial, a juíza Cacilda realizou a audiência entre as partes, visando a solução do impasse.

Fundada em 1973, a cooperativa Cosulati entrou em liquidação extrajudicial em 2016. A empresa possui 181 empregados. Desde o ano passado, vem enfrentando dificuldades para quitar salários e outras obrigações. Em junho, um acordo homologado pelo Juízo da 1ª Vara do Trabalho de Pelotas definiu um calendário para regularizar a situação.

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Fonte: Sâmia Garcia, Secom TRT/RS
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