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22/06/2022 16:41

Presidentes e corregedores debatem desafios e oportunidades da Justiça do Trabalho

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Foto da atividade no plenário, mostrando a mesa oficial e parte do público participantes
Atividade foi concluída no Plenário
Grupo dos TRTs da região sul
Grupo dos TRTs da região Sul
Grupo dos TRTs da região Sudeste
Grupo dos TRTs da região Sudeste
Grupo dos TRTs da região Nordeste
Grupo dos TRTs da região Nordeste
Grupo dos TRTs das regiões Centro-Oeste e Norte
Grupo dos TRTs das regiões Centro-Oeste e Norte
Des. Rossal (TRT-4), Des. Mancilha (TRT-17) e Desa. Ana Paula (TRT-15)
Des. Rossal (TRT-4), Des. Mancilha (TRT-17) e Desa. Ana Paula (TRT-15)
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Uma análise coletiva dos desafios e oportunidades da Justiça do Trabalho abriu a programação desta quarta-feira (22) da 5ª Reunião Ordinária do Colégio de Presidentes e Corregedores de TRTs (Coleprecor). A atividade foi realizada no Plenário do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), em Porto Alegre.

Primeiramente, os presidentes e corregedores foram separados em quatro grupos no foyer do Plenário, por regiões do país: Sul, Sudeste, Centro-Oeste/Norte e Nordeste. Nesta dinâmica, os grupos listaram e conversaram sobre os desafios e oportunidades da Justiça do Trabalho. Na sequência, o conteúdo foi compilado e levado para um debate conjunto no Plenário, com todos os participantes. A atividade foi conduzida pelo presidente do Coleprecor, desembargador Marcello Maciel Mancilha (presidente do TRT-17), e o presidente do TRT-4, desembargador Francisco Rossal de Araújo. 

Um dos principais desafios constatados pelos presidentes e corregedores é a equalização da força de trabalho, considerando o elevado déficit de servidores na instituição. Só no TRT-4, por exemplo, são mais de 400 cargos vagos sem possibilidade imediata de reposição, devido à restrição de gastos prevista pela Emenda nº 95/2016. Outro objetivo a ser alcançado pelos TRTs é o uso eficiente da tecnologia e o aperfeiçoamento das novas formas de trabalho adotadas no período de pandemia.

Entre as oportunidades da Justiça do Trabalho mencionadas pelos membros do Coleprecor, está o aprimoramento do diálogo com a sociedade. Para os desembargadores, a disponibilidade de novas ferramentas tecnológicas também abre espaço para os Tribunais inovarem e melhorarem a prestação dos serviços. Os magistrados entendem, ainda, que há margem para os Tribunais atuarem de forma mais efetiva na prevenção de litígios individuais – por exemplo, realizando mediações coletivas pré-processuais, entre sindicatos de trabalhadores e empregadores. Os esforços voltados à conciliação, inclusive, foram citados como uma oportunidade de conferir maior efetividade à solução dos conflitos.

Ao final da dinâmica, o desembargador Marcelo Mancilha avaliou que a atividade foi muito produtiva. Também disse que os temas debatidos serão aprofundados nas próximas reuniões do Coleprecor.

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Fonte: Texto de Gabriel Borges Fortes e fotos de Daniel Aguiar e Bárbara Frank (Secom/TRT4)
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